segunda-feira, 13 de agosto de 2012

Como Ler?

Não existe fórmula para a prática da leitura. O melhor caminho sempre foi "ler bem para ler melhor", mas vez ou outra encontro alguns "esclarecimentos" que auxiliam muita gente com dificuldade de fazer leitura aplicada (aquela em que o leitor interage com o texto); uma leitura profunda que abre as portas da compreensão de mundo. Apraveitem estas informações que encontrei no blog do Thiago Ferreira. Elas podem auxiliar.
Boa leitura!

1º - Ler com objetivo determinado, isto é ter uma finalidade. Saber por que se está lendo;

2° - Ler unidades de pensamento e não palavras por palavras. Relacionar idéias;

3º - Ajustar a velocidade (ritmo) da leitura ao assunto, tema e/ou texto que está lendo;

4º - Avaliar o que se está lendo, perguntando pelo sentido, identificando a idéia central e seus fundamentos;

5º - Aprimorar o vocabulário esclarecendo termos e palavras “novas”. O dicionário é um recurso significativo. No entanto, palavras-chave, analisadas no contexto do próprio assunto em que são usadas, facilita a compreensão;

6º - Adotar habilidades para conhecer o livro, isto é, indagar pelo que trata determinada obra;

7º - Saber quando é conveniente ou não interromper uma leitura, bem como quando retomá-la;

8º - Discutir com colegas o que lê, centrando-se no valor objetivo do texto, visto que “o diálogo é a condição necessária para a indagação, para a intercomunicação, para a troca de saberes [...]” (ECCO, 2004, p. 80).

9º - Adquirir livros que são fundamentais (clássicos), zelando por uma biblioteca particular, assim como, freqüentar espaços e ambientes que contenham acervo literário, por exemplo, bibliotecas;

10º - Ler assuntos vários. Não estar condicionado a ler sempre a mesma espécie de assunto;

11º - Ler muito e sempre que possível;

12º - Considerar a leitura como uma atividade de vida, não desenvolvendo resistências ao hábito de ler.


Blog do Thiago Ferreira
http://www.idbrasil.org.br

segunda-feira, 4 de junho de 2012

Livros mais vendidos em Abril - 2012


Confira a lista dos livros mais vendidos em cada categoria, no mês de Abril.

Ficção

  1. O Filho de Netuno, de Rick Riordan
  2. Jogos Vorazes, de Suzanne Collins
  3. A Guerra dos Tronos (Crônicas de Gelo e Fogo vol. 1), de George R. R. Martin
  4. Em Chamas, de Suzanne Collins
  5. O Melhor de Mim, de Nicholas Sparks

Não-Ficção

  1. Guia Politicamente Incorreto da Filosofia, de Luiz Felipe Pondé
  2. O Livro da Filosofia, de vários autores
  3. Para Sempre, de Kim e Krickitt Carpenter
  4. Uma Breve História do Cristianismo, de Geoffrey Blainey
  5. Mentes Ansiosas, de Ana Beatriz Barbosa Silva

Autoajuda

  1. O X da questão, de Eike Batista
  2. A Parisiense, de Ines de la Fressange
  3. Nietzsche para estressados, de Allan Percy
  4. Agapinho, Ágape para crianças, de Padre Marcelo Rossi
  5. É Tudo tão Simples, de Danuza Leão

segunda-feira, 12 de março de 2012

sexta-feira, 2 de março de 2012

10 motivos para ler livros atuais ( por André Gazola)

1. Os livros retratam a sociedade em que são escritos. Se você lê um livro escrito hoje, você se sente engajado nos motivos que levaram o autor a escrevê-lo. Você adquire um maior conhecimento do mundo onde vive;

2. Ajudam a melhorar sua qualidade de vida. Eu não falo de auto-ajuda, no sentido pejorativo da palavra. Livros como os e Allan e Barbara Pease (Por que os homens fazem sexo e as mulheres fazem amor? etc.), podem tornar um relacionamento a dois muito mais prazeiroso. Antigamente, não havia esse tipo de preocupação na literatura (não vou entrar na inevitável pergunta: O que é literatura?);

3. Maior conhecimento do que vai ler, ainda antes de começar. Nunca houve tão boa classificação das obras. Se você quer um romance policial, algo sobre espiritismo, budismo, mitologia, história, psicologia, enfim. As próprias capas ajudam na identificação;

4. Preocupação com a forma. Alguns podem achar um ponto falho (com o argumento de que o texto acaba se tornando artificial), mas os livros atuais são revisados e revisados e revisados. Assim, a obra chega ao leitor com a melhor qualidade possível;

5. Valorização como um todo: o livro é uma produção universal. Antigamente, bastava escrever um texto no papel e sair distribuindo. Hoje, os trabalhos de publicação, revisão, editoração, criação da arte e os planos de divulgação fazem parte, diretamente, da produção literária;

6. Você está atualizado. Ora, quem não precisa estar atualizado hoje em dia? É extremamente prazeiroso conversar sobre literatura com alguém, citando Pamuk, Brown, Yalom e outros;

7. Você entende melhor o processo de evolução da literatura, da sociedade, da humanidade. Este item é para quem também lê os clássicos, e eu digo: leia os clássicos. Com a comparação entre as obras, entre os tempos em que foram escritas, fica mais fácil de entender muitos aspectos que levaram ao mundo em que vivemos hoje;

8. Para acadêmicos: busque a intertextualidade. Novamente, comparando os livros clássicos com os atuais, você acaba encontrando aspectos semelhantes, situações em que as obras se relacionam. Em trabalhos acadêmicos, os olhos dos professores brilham ao ver esse tipo de comparação;

9. Os best-sellers são clássicos. Ou será que os clássicos são best-sellers? Entenda que, aquilo que você está lendo hoje, vai continuar por gerações e gerações e poderá um dia se tornar “clássico”, no sentido em que conhecemos. Se você gosta de Shakespeare, Alighieri ou Sófocles que tal ser um dos primeiros a ler um clássico das gerações futuras? Quem não gostaria de ter lido Macbeth, ainda no séc. XVI?;

10. Você aprende a pensar. Esta é quase uma crítica que eu tenho aos clássicos: eles lhe contam uma história, narram alguns conflitos e vão para o desfecho. Alguns livros atuais, como os de Orhan Pamuk, praticamente pedem a sua opinião o tempo todo. Você é convidado a participar da trama, discutir os acontecimentos, dar sua versão dos fatos, PENSAR SOBRE O QUE ACONTECE.

10 motivos para ler livros clássicos


1. Aumente seu vocabulário: muitas palavras usadas em livros antigos não são comuns hoje em dia. Um vocabulário maior dá a você mais ferramentas para se expressar melhor, ainda que prefira usar as palavras cotidianas.

2. Melhore sua redação: ao ler, ainda que inconscientemente - isto é, sem que você precise se preocupar com isso -, você absorve um pouco do estilo do autor.

3. Melhore seu modo de falar: você agora terá um vocabulário melhor, uma redação melhor e, portanto, articula melhor os pensamentos. Se articula melhor o pensamento, articula melhor a fala.

4. Tenha novas idéias: os clássicos, por definição, vem do passado, mas - ora - todo mundo está lendo os mesmos blogs, os mesmos best-sellers e as mesmas porcarias escritas no mês passado. As idéias contidas em um clássico são antigas, mas muitas vezes estão esquecidas. Um leitor criativo e crítico, saberá dar o verniz de originalidade e contemporaneidade a elas.

5. Tenha perscpectiva histórica: o que é bom hoje, pode ser esquecido amanhã. Mas há uma razão para os clássicos terem permanecido tanto tempo por aí. Não dependa tanto da crista da onda.

6. Divirta-se: não deixe que a linguagem antiga seja uma barreira. O melhor motivo para ler um livro é diversão. Há quem discorde, mas - para mim - as outras razões vêm depois.

7. Sofisticação: nada mais fútil do que ler pensando apenas em enriquecer sua conversação com alguma citação esnobe, mas, enfim, se é o seu caso, nada como tirar da manga aquela frase famosa de Dom Quixote para arrematar um argumento.

8. Ser mais seletivo: com o tempo você vai deixar de querer qualquer livro ruim. Por que perder tempo com porcarias, ou apostá-lo no incerto, se você já sabe o que é bom para você?

9. Desenvolva uma voz distinta: se você lê blogs demais e clássicos de menos, tem desperdiçado a chance de ter um estilo que se destaque em relação ao de outras pessoas que trabalham com a palavra escrita.

10. Aprenda idéias atemporais: existe uma crença errônea de que o novo é sempre melhor que o antigo e de que as idéias passadas não são aplicáveis ao presente. Muitas vezes, a novidade não passa da deturpação da antigüidade. Ao ler os clássicos, você entra em contato com conhecimentos que estão de acordo com aqueles que os criaram, sem que nada tenha sido suprimido, acrescentado ou alterado.

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Novidades!

Chegou hoje, na biblioteca São Domingos o livro
Resumo do Livro O MUNDO DE SOFIA: ROMANCE DA HISTÓRIA DA FILOSOFIA
Às vésperas de seu aniversário de quinze anos, Sofia Amundsen começa a receber bilhetes e cartões postais bastante estranhos. Os bilhetes são anônimos e perguntam a Sofia quem é ela e de onde vem o mundo em que vivemos. Os postais foram mandados do Líbano, por um major desconhecido, para uma tal de Hilde Knag, jovem que Sofia igualmente desconhece.O mistério dos bilhetes e dos postais é o ponto de partida deste fascinante romance, que vem conquistando milhões de leitores em todos os países em que foi lançado. De capítulo em capítulo, de "lição" em "lição", o leitor é convidado a trilhar toda a história da filosofia ocidental - dos pré-socráticos aos pós-modernos  -, ao mesmo tempo em que se vê envolvido por um intrigante thriller que toma um rumo muito surpreendente.

Primeira Postagem do Blog Livro Amigo Cscj

São Domingos de Gusmão. Sacerdote fundador dos Irmãos Pregadores (1170-1221). Canonizado por Gregório IX em 03 de julho de 1234, nasceu em Calaruega, diocese de Osma, Espanha e desde a sua juventude exercitou-se em virtudes não comuns.
Estudou teologia e foi eleito cônego da igreja de Osma. Ordenado sacerdote, promoveu a defesa da fé católica especialmente contra os hereges Albigenses, com a pregação e com o exemplo de sua vida. Este objetivo atraiu ao seu redor outros pregadores, aos quais deu uma regra, fundando assimeles o primeiro núcleo da Ordem dos Religiosos Dominicanos.
É memorável seu encontro com São Francisco, no início de 1221. Enquanto rezava em São Pedro no Vaticano, em Roma, teve uma visão: a Virgem Santíssima lhe apareceu em atitude de apresentar seu Filho entristecido com as culpas dos homens, dois homens que sustentavam a Igreja de Deus. Em um deles reconheceu a si mesmo; pelo que muito desejava conhecer o outro predestinado para tão grande tarefa. Na manhã seguinte reconheceu o segundo homem, um religioso vestido com trapos: era Francisco de Assis. Os dois Santos abraçaram-se, e assim acharam as bases para uma amizade que se perpetuaria entre as duas Ordens. São Domingos lhe pediu a corda que tinha na cintura, mas Francisco hesitou em dar-lhe por humildade. Depois cedeu. Então, São Domingo cingiu-se com grande devoção. No final, apertaram as mãos com amigáveis recomendações mútuas.